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Saúde Online – Lisboa recebe Primeiro Observatório da Deficiência e Direitos Humanos

Estivemos presentes no I Encontro do Observatório da Deficiência e Direitos Humanos, este encontro tem o intuito de analisar e debater a nova prestação social para as pessoas com deficiência, que entrará em vigor em 2017.

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Estivemos na SIC Notícias

O traumatismo crânio encefálico é uma das causas de deficiência que deixa muitas pessoas dependentes de cuidados de terceiros. Para falar deste problema, Vera Bonvalot, Diretora Executiva da NOVAMENTE, uma associação criada por pais, médicos e amigos de Traumatizados Cranio encefálicos foi convidada para ir à SIC NOTÍCIAS.

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NOVAMENTE e HOSPITAL DE BRAGA juntos no apoio ao TCE

O Hospital de Braga e a Novamente, celebraram, hoje um protocolo de cooperação que prevê apoiar as vítimas deste tipo de traumatismo e as suas famílias. Presentes neste momento estiveram João Ferreira, presidente da Comissão Executiva do Hospital de Braga e Vera Bonvalot, diretora executiva da Associação Novamente.

Através deste protocolo as duas entidades pretendem formalizar uma parceria já existente no sentido de prestar apoio aos utentes e suas famílias, assim como na realização de ações de sensibilização sobre o dano cerebral adquirido, junto da comunidade hospitalar.

A Novamente acompanha as vítimas e as suas famílias durante o período no qual o utente permanece internado no Hospital, mantendo o contacto na fase pós hospitalar e auxilia na reabilitação e reintegração do doente. O presidente da Comissão Executiva do Hospital de Braga, João Ferreira, considera “muito importante a existência destas associações que permitem o contacto entre o Hospital e quem está na continuidade de cuidados, na sociedade e nas famílias. O Hospital de Braga tem vindo a celebrar protocolos com associações de apoio ao doente – são já seis – porque consideramos que são um complemento ao trabalho que os profissionais do hospital desenvolvem”.

Durante a cerimónia, Vera Bonvalot, alertou para a importância da família neste processo uma vez que “quanto mais cedo conseguirmos chegar à família melhor, mais evitamos alguns riscos que estes traumatismos causam não só à própria vitima mas também ao vínculo familiar inteiro”. O auxílio prestado ao cuidador de doentes com este tipo de lesão cerebral torna-se, desta forma, essencial pelo que “quanto melhor for toda a ligação entre a família da vítima e o hospital, melhor será a recuperação do próprio, assim como, a tranquilidade e segurança da família que é fundamental”, conclui Vera Bonvalot.

Fonte: Braga TV

A Tarde é Sua_Fátima Lopes – TVI

Veja o testemunho do Horácio Mourão, sobreviveu com ferimentos graves (traumatismo crânio encefálico) a uma emboscada talibã no Afeganistão.

Veja aqui:

1ª parte

2ª parte

 

Indíce Toda a Saúde – “Traumatismo Craniano mata 600 pessoas por ano em Portugal”

“A cada ano o número de novos casos graves é de 6000, devido a acidentes, quedas ou agressões, entre outras causas (…)”.

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Diário Notícias (Madeira) – “Traumatismo crânio encefálico grave mata 600 pessoas por ano em Portugal”

“A cada ano o número de novos casos graves é de 6000, devido a acidentes, quedas ou agressões, entre outras causas (…)”.

Leia aqui

TVI 24 – “Traumatismo Craniano mata 600 pessoas por ano em Portugal”

“A cada ano o número de novos casos graves é de 6000, devido a acidentes, quedas ou agressões, entre outras causas (…)”.

Leia aqui

SIC Notícias – “Traumatismo Crânio Encefálico grave mata 600 pessoas por ano em Portugal”

“Todos os anos morrem, em média, 600 pessoas em Portugal vítimas de um traumatismo crânio encefálico grave, devido a acidentes, quedas ou agressões, entre outras causas (…)”.

Leia aqui

SAPO – Traumatismo Crânio Encefálico grave mata 600 pessoas por ano em Portugal”

“Todos os anos morrem, em média, 600 pessoas em Portugal vítimas de um traumatismo crânio encefálico grave, devido a acidentes, quedas ou agressões, entre outras causas (…)”

Leia aqui

Público – “Traumatismo Crânio Encefálico grave mata 600 pessoas por ano em Portugal”

“A cada ano o número de novos casos graves é de 6000, sendo que 600 pessoas morrem em fase de coma”

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