Sofia e a paixão pela canoagem

Gostei muitíssimo de ter estado no encontro das diversas associações. Senti que lá todas as pessoas se veem umas às outras como iguais, isto é que toda a gente consegue dar um pouco de si, independentemente do problema que tenha, ou seja não consegui distinguir com facilidade quem estava lá a trabalho e quem era cliente. Inclusivamente estava lá um que tava a trabalhar que dizia que estar na praia a apanhar sol dava muito trabalho .

Ter estado a andar de caiaque  foi um espetáculo porque parece que me tinham lido o pensamento, ou seja, no Algarve estive a andar na canoa do meu tio e tinha vontade de ao chegar a Oeiras inscrever-me numa escola de canoagem. Passado 2 dias depois de ter chegado recebi o mail que dizia que podia fazer algo idêntico em Cascais e claro que tive que dizer que ia.

Enquanto lá estava tudo corria bem, dava para nadar à vontade, não estava muito calor, por isso estava muito bom, as viagens de caiaque correram muito bem, inclusivamente o monitor que estava comigo no caiaque sabia olhar para o lado bom da vida porque era todo amigo do ambiente, entre outras coisas, consegui dar 3 voltinhas no caiaque e foram voltinhas porque não íamos até muito longe. As 2 primeiras foram voltinhas mas, antes de começarmos a terceira perguntámos ao chefe e ele deixou-nos ir até uma pequena praia tão linda, que estava lá ao lado. Lá fomos a um local onde estavam muitas rochas, idêntico às que há numa zona da praia Dona Ana, em Lagos, que tem muito mais rochas e tem grutas.

Terminei o dia com um jantar em casa com amigas, em casa de uma delas, por isso foi perfeito.

Quero, por tudo voltar a ter dias tão bons como este, pois isto é uma forma de arejar a cabeça e ajuda-me a descomprimir. Este género de atividade ajuda tanto em termos psicológicos como físicos.

Sofia

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